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Radar Perene / lente macro

Lente Macro / CVM / BCB

A Lente Macro lê o regime de mercado brasileiro pelo eixo institucional: Copom, BCB, CVM, Tesouro, Fazenda. A leitura é cruzada com a Doutrina Perene de Intermercado BR — sete razões intermercado calibradas e score 0–100 — e com o risco global. A leitura de fundo, em ciclos longos, é descritiva: depois de viradas de regime como as que esta lente registra, o preço historicamente já se movia quando a manchete chegava — nem sempre, e nunca por regra.

O que esta lente cobre

Seis recortes: política monetária (Copom, meta Selic, ata, Focus), câmbio (USD/BRL, fluxo, IOF), mercado de capitais (CVM, IOSCO, regulação de fundos), regulação bancária (BCB resoluções, Basileia local), crédito (concessões, inadimplência, SCR), fiscal (LDO, LOA, dívida/PIB, prêmio de termo real).

Como o Perene lê esta lente

O cérebro combina o regime regulatório (essa lente), o risco global (VIX, DXY, UST10y, ouro) e o intermercado brasileiro (sete razões: Finanças/IBOV, Utilities/IBOV, Commodities/IBOV, IFIX/IBOV, Cíclico/Não-Cíclico, Café/Ouro, VALE/Ouro). Os três eixos são ortogonais por construção — divergências entre eles são editorialmente nobres, não erro.

O regime macro no arquivo do Radar

A leitura macro não vale pela foto de um dia, e sim pela série. O arquivo do Radar registra cada virada do ciclo brasileiro com data e contexto: a Selic travada em 14,25%, a Selic a 15% e a euforia que cede, o primeiro corte de juro e o câmbio que comandou 2024 — cada episódio com o que a leitura dizia no momento e o que veio depois. É essa memória, não a previsão, que dá densidade à lente macro.

Conceitos: Regime Brasil · Intermercado BR

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